terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Aos Buscadores




A verdade pode ser tudo que nos interessa, ou o que nos atinge friamente o âmago quando se ouve o inaudível. Pode ser muitas coisas, até mesmo o insondável, o mistério, o mítico, o sagrado, o profano, a própria criação.

Temos, no entanto, somente parte desse mistério, dentro qual só deduzimos, teorizamos a respeito do que é e ou pode ser. Já é o bastante para se entender estrelas, buracos de minhoca, desvendos de teorias einstenianas, velhice, etc...

Isso, dentro de nossas relatividades nas quais somos mestres, e tão mestres quanto aquele que vive soberbo no Tibete, em busca da realização do ideal maior. Esse é o mal da verdade, ela se disfarça -- ao nosso ver -- de fada madrinha do bem, realiza nossos sonhos pequenos, nos embriaga da famigerada alegria provisória, como príncipes de contos, e nos mata logo após...

A verdade, como se vê, é uma semântica perigosa, na qual nadamos e perdemos o fôlego quando não sabemos nadar pelo cansaço. Para prosseguirmos, a não verdade prevalece e nos faz de tubarões metafóricos, que não podem parar, se não se afogam. Mas o mar, esse o da verdade, nele nadamos...

Em nome de um querido amigo, quero fechar esse texto dizendo que a verdade que vemos é tal qual a projeção do filme, o próprio filme, até mesmo os personagens... Porém, a Verdade, aquela para qual damos as costas, é a luz que projeta o filme, e mais é da onde sai a própria luz.



Aos buscadores.


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Um pouco de sabedoria...




Um sábio que caminha nas montanhas, solitário como um gafanhoto, feliz como um beija-flor que respinga energia nas flores, e sussurra na brisa do dia suas verdades, a verdade que buscara com sua alma, em meio às complicações humanas, em meio à simplicidade universal.

A nós só nos resta questionar a beleza desse ser que, assemelhado aos outros, refaz as fases da lua, o nascimento do sol, de uma estrela, modifica batalhas com sorriso ligeiro e as transforma em campos de paz. Só nos resta questionar como e porquê tal homem, tal ser tão belo quanto nada no mundo, existe somente com o fim de nos direcionar ao céu... ao nosso céu.

Ele, esse homem que brilha no escuro, tão farto de sabedoria que dói, anda com seus pés, mas não parece. Pisa nas pedras como querer amaciá-las, tornando o ato como distinto e natural, miraculoso e especial. E quando as nuvens choram, a lhe trazer as lágrimas do tempo, não corre, não desiste, apenas sente cada gotícula em seu rosto como um bom vinho que desce no coração.

Esse homem, cultivador da beleza, da bondade e verdade, possui um jardim no qual flores e folhas, e insetos, e terras, são tão cuidados quanto o próprio mundo o é pelos agentes divinos; amante dos detalhes, da biologia que cerca seu cerrado, com pássaros, árvores frutíferas, animais selvagens à margem de seus olhos, mas sempre em sua comunicação com o sagrado, do qual nasce e para o qual se vai, todos os dias.

E nós, presos aos nossos âmagos vazios, como que retirados de um filme mudo, sem a breve legenda, cuja película se desfaz pelo mal uso da máquina que o faz ir à bendita parede, agimos como crianças eternas, sem o desenvolvimento interno, sem o crescimento natural, sem as batalhas naturais que a vida nos concede. 

Precisamos delas, dessas batalhas, pois os deuses, infinitos mestres, querem que sejamos um pouco mais divinos que somos, para isso, contudo, temos que avançar em nossas "provas", ou pequenos testes que nos dão. Se não passarmos em pequenos, não será em vão, mesmo porque haverá sempre outros que nos baterão à porta, em forma de paixão, de conflitos familiares, de dores que se encaixam na alma e nos transformam em pequenos professores da dor, e assim, caminhamos ou temos que caminhar, mesmo porque a sabedoria é apenas uma ponte pela qual passamos, e depois dela enxergamos as divindades, e enfim nos religamos ao todo.

O sábio, que caminha nas montanhas, que resguarda os mistérios mais profundos do homem em seu coração, está aqui, conosco, cheio de alegria, preso apenas por nossa teimosia em sermos ignorantes voluntários em um mundo moderno, caótico, sistêmico em todos os sentidos, e nos faz crer em valores frios tais quais os do passado. Armadilhas à frente.

Somos sábios em nosso modo de ser quando compreendemos alguém em seu lamento, em sua fuga para outra realidade, para o caos. Precisamos ouvir o próximo, sentir que somente o homem pode ouvir o próximo e dar conselhos, e com estes mudar um pouco a vida de alguém, e fazê-lo ver, com os olhos do coração, que a vida tem seus graus de iniciação, desde o momento em que se nasce ao último que se vive.

E se conseguimos passar pelo pouco que o céu nos dá, pode nos chamar de sábios.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

No Intervalo do Tempo...


Refugiados: até quando?



No intervalo do tempo... há o tempo que se perde ou o tempo que se ganha. Nesse intervalo, choramos, rezamos, pedindo a Deus, nos debruçamos em orações, gritamos em nome de nossos filhos, de nossas famílias, de nosso amor maior -- de uma paixão. 

Até segurarmos o fio do próximo tempo, almejamos a paz, morremos e ressuscitamos em guerras, levantamos dos escombros feridos, e voltamos ao tempo das lembranças em que corríamos ao redor da vida, como planetas ao redor do sistema, envoltos em pensamentos que nos levam a lágrimas.
E depois de chorarmos novamente, nos entrincheiramos como vermes atrás do casulo, como tartarugas no seu casco, e observamos os estilhaços caírem como chuvas em nossa pele... E protegemos, e corremos, e em um minuto desse tempo as armas se calam.

Nesse intervalo, o paraíso se faz, a esperanças de dias melhores sobrevoa nossas mentes, e se infiltra em nossas almas, a retardar o sofrer de nossos dias -- por enquanto. A calma se vai, e imagens de parentes distantes, que clamam nossa presença, como vozes do além da vida, são mais ouvidas que a presença da fome, da dor e da incompreensão sem tempo para compreender.

Esquecemos, aqui, o sentido de religião, a qual fora responsável pela nossa união, e agora pelos desgastes emocionais nos quais a promessa divina se faz e desfaz com a morte de nossos anjos numa poeira sem fim. Eles se foram, e vão voltar em algum tempo. 

Voltarão com explosões que consumiram tempos, espaços, e como diria Augusto dos Anjos, "levar-me-á à frialdade inorgânica da terra", e daremos, enfim, graças a Deus, que se esconde nos detalhes, os quais não consigo enxergar, pois meus olhos, com o tempo, ou com o fim dele, não vê, e por isso me deixa um pouco em paz... Uma paz infantil que não cresceu no tempo.

No intervalo desse tempo, pensei que iria rever meus entes queridos que se foram. Mas uma voz, talvez  a de Deus, não sei, disse-me... "Ainda não... Ainda não". E nela penso todos os dias, como uma criança, que um dia fui, ou talvez ainda seja, quando seu presente estava por chegar, nos braços do bom velhinho, o qual, sabe-se por aqui, nunca existiu...

E o que deveras existe, em meio ao meu tempo de agora, são meus pensamentos, tão fugidios quanto balas que somem, contudo são minhas pérolas, minhas esperanças, o meu refúgio. Neles creio tanto quanto ao Criador, que não me leva, talvez porque eu tenha mais algo a dizer e viver, quando tudo isso acabar.



Aos Guerreiros que amam seu país. 


terça-feira, 29 de novembro de 2016

A Vida Continua...





O conceito do bem e do mal é relativo, sabemos. E o conceito de vida...? Também. Disse um dia um filósofo que, se estamos aferrados ao corpo, com ele nos vamos na hora de sua morte; mas a alma continua. Mas se estamos do outro lado? Nesse caso, se estivéssemos aferrados a ela, à alma, também morreríamos.
Não são apenas reverberações, são verdades, nas quais fazemos questão de nos afastarmos em razão de uma educação voltada somente ao que vemos, pegamos e ao que admiramos. Mais do que normal. Tal vicio não nos veio de agora, mas de há muito quando o sentimento materialista nos veio em função de uma necessidade capital, a de sobreviver pelo que comemos, pagamos, compramos, enfim, ao que interessa ao homem comum, em todas as épocas...

Não é uma ideia, não era um costume, mas uma grande necessidade que se transformou em uma bola de neve, e hoje, com o conforto, com o bem estar, já não é mais uma necessidade, e sim, uma escuridão em forma de bens móveis e imóveis traduzidos como a certeza mais filosófica do ser humano...

A questão é que, com o tempo, tudo que nos foi dito acerca da vida, da morte, de nosso comportamento em relação a ela, se foi ou se está indo, graças a comerciais, falsas educações, falsos heróis, falsa política, falsos seres humanos, que nos querem transformar em animais frios, dotados apenas de cabeça, tronco e membros, sem os quais deixamos, segundo a nova filosofia, de sermos humanos, e eu, acima disso, penso, não somos, por isso, mais humanos que um cachorro que jamais deixará de sê-lo ainda que seja mais inteligente que outras raças.

Fugir dessa educação, desses falsos heróis, dessa chanchada, chamada vida fácil, e percorrermos outros caminho, o caminho dos mestres, e nos reeducarmos acima de tudo sobre a vida, a qual, para os homens reais do passado, aqueles que buscavam os mistérios desse mundo e do outro, é a nossa meta.

Pensamos nisso.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Nos Mínimos Detalhes





Como crianças que nos questionam a respeito do Natal em novembro e só terminam na véspera, somos afoitos em realizar nossos desejos, dentro dos quais, sabemos, pairam a efemeridade, a centralização, e a falta de objetivos, quiçá ideais.,.E isso, também somos informados, nos revela um futuro não muito propenso de realizações, sejam elas materiais, ou não, simplesmente pelo fato de que tudo tem seu tempo... 

Mesmo assim, o alvoroço frio, calculista, também efêmero, é o mesmo, Nada muda. Não queremos, no fundo, que nada mude. Parece que somos masoquistas, porque vamos sofrer, vamos reclamar, vamos culpar o próximo -- ou mesmo o morto, que não tem nada mais a ver com esse mundo.

Lá na frente, no entanto, quando a tsunami se for, colocamos a mão na consciência, refletimos, e pedimos aos céus para não cometermos mais erros como aquele -- de ser apressado quanto aos objetivos, aos desejos, a tudo. Mesmo porque a própria natureza nos ensina que a riqueza, seja ela material ou não, precisa ser cuidada como uma planta, como uma árvore milenar que ainda dá folhas belas, mesmo depois de anos, com raízes fortes.

Para adquirir raízes é preciso sustentar nossos princípios, amenizar nossos desejos, pensar em objetivos como algo tão natural quanto se andar para frente. E quando falamos em objetivos, olhamos com a mente firme, porém louca para realizá-lo. Se não houver o raciocínio voltado aos detalhes -- ao que se faz diariamente, desde o momento em que se acorda, ao dormir, -- podemos esquecer ou puxar o freio de mão, bem lentamente, com vistas a frear a loucura diária.

Temos, assim, que nos revelar naturais, como o vento que vem de longe bater na palmeira seca do deserto, que o espera há anos; e quanto à paciência em realizar nossos sonhos, precisamos de uma metáfora, como a do crocodílio, que leva meses se escondendo dentro do rio, no qual somente os olhos aparecem, fazendo a presa se confundir com o brilho do sol na água. E quando o almoço aparece, ele se lhe dá por completo, e assim, após brigar  e ganhar da sua refeição, espera mais seis meses...

Nossos objetivos, hoje, são a busca pelo trabalho, pelo pagamento de nossas contas, cuidar de nossos filhos, alimentá-los, dar a educação devida, cuidar da casa, comprar um carro, fazer mais pagamentos, enfim, cuidar para que sejamos responsáveis ante a natureza que os deuses nos deram. E mesmo assim falhamos, graças à pressa em realizar, em obter, em viver acima dos outros, das montanhas, e ainda igualar-se aos grande governantes, dados como deuses no passado.

Vamos levantar devagar, escovar bem os dentes, cuidar do cachorro, fazer o lanche do menino, arrumar a cama, tomar o café sem pressa, ler um jornal antes de sair; vamos trabalhar com o coração aberto aos questionamentos, e vamos fechá-lo ao mal que separa o homem... a intriga. Sorrir enquanto trabalha, escutar uma música somente para descentralizar os ruídos humanos, e assim por diante.

E hoje, em meio uma crise econômica, quando nos falta tudo, principalmente o dinheiro, nossa razão se vai, mas pode ser controlada, como um cavalo feroz, a montar nele, sem medo. O certo nesse caso é ir à luta, mas sempre com o pensamento aberto, sem pena de si mesmo, sem a pobreza espiritual da desistência, sempre visando o choro, e a pena dos demais.

Sejamos fortes, sejamos guerreiros, mesmo porque as guerras nunca terminam, sempre nascem uma atrás da outra, e se não tomarmos uma posição humana com relação ao nossos projetos, objetivos, como entenderemos o ideal?

Abraços!





quinta-feira, 24 de novembro de 2016

A Culpa é das Estrelas?




Desde pequeno colocamos a culpa em alguém quando aprontamos e não assumimos nossos erros. E nesse mesmo período, erramos às vezes voluntariamente, e ao perceber que mais tarde erramos, mesmo assim não aceitamos... A culpa sempre é do próximo, ou daquele que está ausente... E ao chegar à idade mais madura, acreditamos que temos o caráter para dizer frente ao espelho que nossos erros são nossos e de mais ninguém; que vamos abraçar as consequências, sejam elas bônus ou ônus, sofrer com famigerado castigo... E mais tarde aprender com ele... -- ledo engano!

As reflexões a partir de uma consciência que sabe dos seus referenciais está a cada dia mais distante, mais obscura. Não somente em nós. homens de bem (ou que julgamos ser), nos adolescentes que se aprimoram em fazer buracos em seu presente, como acabar com seus idealismos por falta de um projeto, de um trabalho que lhe possa dar mais maturidade e aprender com ele. A própria sociedade -- agora de forma macro -- também sustenta esse título de irresponsável, mesmo porque ela nada mais é que a composição de vários núcleos que se integram e se relacionam -- entre si ou não -- e que se harmonizam por meio de leis pequenas, justas, porém flexíveis, o que dá a margem para que queiram e façam o que quiserem!

Enfim, a sociedade, em meio ao que não percebe, acaba por errar, pagar pelos seus erros, e fazer com que as leis se adequem ao seu universo, não ao contrário, como se fazia na Antiguidade, quando famílias possuíam suas divindades, entre elas a do Lar, e a respeitavam como um deus concreto e inviolável, de modo a disciplinar seu comportamento com vistas ao que a entidade era. Hoje, como cristã -- pelo menos noventa e nove por cento -- há apenas as divagações sociais e teóricas acerca do que é ou não é Deus, trazr à tona problemas em forma de respeito à família -- aos pais, irmão e a si mesmo. A religião, nesse ponto, posso dizer, me faz crer que é um ponto importante na educação dos jovens, para que ele adote princípios em sua vida.

Agora de maneira um pouco mais macro, podemos dizer que tais consequências -- mais uma vez, boas ou ruins, podem ser observadas em autoridades que se revelam, no início, responsáveis pelos seus atos junto à população, e colaboram para o bem estar de um país. Contudo, por "debaixo do tapete", um mar de incoerências, incongruências, incompetências, corrupções, mortes, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e desvio de verba daqueles que neles votaram...

O que foi feito na frente das cortinas jamais será lembrado, mesmo porque sabemos que, no fundo, há uma obrigação do governante, seja ele pequeno ou grande, mas que fora eleito com fins de realizar desejos da massa, e jamais será perdoado, em vista do que fizeram por trás das cortinas. E a depender do país ou mesmo da sociedade em que se encontra, governante sofrerá o máximo, como sempre o foi dentro da história humana, quando se sabe que alguém usufrui de um bem que não é seu.

Há nações, no entanto, que levam anos para trabalhar esse quesito histórico -- de fazer com que o governante respeite o que não é seu, dando-se a punição que merece. Essa nação, dentro do que podemos dizer acerca de nossas reflexões, possui mais irresponsáveis, inconsequentes, corruptos do que aqueles que vieram com projetos de crescimento de um país...


Ultrapassando as fronteiras do relativismo, podemos dizer que o homem, em seus feitos políticos e religiosos, ambientais, etc,  jamais saberá lidar com o que fez com a sociedade, porque não sabe assumir seus erros...

A culpa não é das estrelas.









quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Apenas uma conversa...





...Não foi uma boa ideia falar sobre "profissionais", mesmo porque não me cabe julgar ninguém e sim tentar encontrar meu caminho frente às demandas da vida. A questão, no entanto, sempre me martelou e por isso quis, de alguma forma, expor uma realidade por que passo de forma leve e sem pressões. Não consegui...

Mas, mudando de assunto, queria falar um pouco do que estou lendo: Ragnarök, Crespúsculo dos Deuses, de Mirella Faur, me deixa impressionado com o número de informações da autora acerca da mitologia nórdica. Quando abro o livro, parece que entro em um desses "buracos de minhoca" do tempo, e caio em outro sistema, e não consigo voltar.

Ragnarök é, segundo a autora, uma história mítica que relata o fim dos tempos, de tudo, e depois o renascimento em meio ao caos. Nele, nesse pequeno e extenso livro, há um respeito imenso ás culturas pré-nórdicas, nórdicas, claro, e infelizmente não à cristã -- em alguns casos. Para a autora, não somente ela, percebo, o Cristianismo foi um dos destruidores de culturas, com vistas a catequizar, à força, muitos ditos como pagãos. E o paganismo, como sabem, até hoje é mal compreendido, em razão de um preconceito advindo de uma época em que estava surgindo a ideia do no Deus único... Coisa que o pagão não entendia..

Para eles, havia deuses, assim como em várias culturas, como a egípcia, a grega, romana, persa, indiana...etc, e não uma entidade representando todas. Seria inconcebível para eles, tanto quanto aos cristãos que não aceitaram a natureza e suas formas elementares, mágicas e mitológicas, e compreensão de seus sacerdotes junto às leis universais. 

E nessa briga, o cristianismo, como fora colocado pela autora, venceu a disputa. Hoje, após várias gerações coibidas pelo mal dos guerreiros-cristãos, pelos sacerdotes, padres, fiéis e má-interpretes das escrituras, já se pode perceber que há uma tentativa de resgate do passado, não somente em livros, mas também na busca de como realizavam (para realizar) e respeitavam (para respeitar) suas crenças de forma mítica, em lugares bem fechados, mesmo porque ainda se pode sentir o cheiro de uma Idade Média por aí...

Um livro ótimo.
Tô gostando...

A Parte que nos Falta

"É ótimo ter dúvidas, mas é muito melhor respondê-las"  A sensação é de que todos te deixaram. Não há mais ninguém ao seu lado....